Segundo o Índice FipeZAP Comercial de julho, preços anunciados para novos aluguéis de salas e conjuntos comerciais subiram 11,26% em 12 meses, ante 2,05% de alta nos valores pedidos para venda.
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Confira as atualizações do mercado
A Abecip estima R$ 411 bilhões em concessões imobiliárias em 2026 (projeção), subida de 25% sobre 2025; maior participação do SBPE e do FGTS explica parte do crescimento mesmo com Selic em 14%.
O IGP‑M caiu 0,22% em agosto de 2026 e acumula alta de 2,16% em 12 meses. Esse percentual serve de referência para o reajuste de contratos de aluguel com aniversário em setembro; exemplo: R$ 1.500 passaria a R$ 1.532,40 se o reajuste integral for aplicado.
A alienação fiduciária transfere a propriedade resolúvel ao credor como garantia de crédito; o imóvel volta ao devedor quando a dívida é quitada. A Lei nº 9.514/1997 e o registro no Cartório de Registro de Imóveis são requisitos centrais.
Documento expedido pelo Cartório de Registro de Imóveis que revela ônus, gravames e restrições inscritos na matrícula; pode ser pedido no balcão ou por RIdigital e tem prazo máximo de cinco dias úteis.
A hipoteca é uma garantia real sobre bens (principalmente imóveis) prevista no Código Civil. Exige contrato/escritura e registro na matrícula; a Lei nº 14.711/2023 ampliou hipóteses de execução extrajudicial, tornando procedimentos mais ágeis.
Imóveis do MCMV podem ser negociados, mas as condições variam: na Linha Subsidiada há inalienabilidade por 60 meses e quitação antecipada exige devolução proporcional da subvenção; na Linha Financiada a venda é permitida mediante quitação ou transferência, com possível reembolso proporcional do desconto do FGTS.
A Abecip elevou sua projeção para 2026, estimando cerca de R$ 411 bilhões em concessões de crédito imobiliário — crescimento de 25% sobre 2025 — impulsionado pelo reforço do FGTS e pela entrada de recursos do Fundo Social do Pré‑Sal.
O PL 462/2011 prevê desconto direto do aluguel em folha até 30% da renda líquida; o texto-base foi aprovado na Câmara e precisa passar no Senado antes de eventual sanção.
Os planos registrados pelos candidatos incluem retomada ou reformulação de programas habitacionais, expansão de aluguel social, regularização fundiária e projetos de urbanização de favelas, com metas e instrumentos variados.
