A PEC 221/2019, aprovada pela Câmara no fim de maio, entra em votação no Senado em 1º turno na quarta (14). Entidades da construção e de condomínios apresentaram estimativas sobre aumento de custos, contratações necessárias e efeitos na habitação popular.
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O Conselho Curador do FGTS adicionou R$ 500 milhões ao orçamento de subsídios do Minha Casa Minha Vida em 2026, levando o total previsto para R$ 13 bilhões. De janeiro a agosto, R$ 7,5 bilhões (60,6% do montante anterior) já haviam sido contratados; até julho mais de 200 mil famílias foram atendidas. A medida foi justificada como necessária para atender demanda do ano.
Dados da ADEMI‑RJ (28/09/2026) indicam que o Programa Minha Casa, Minha Vida respondeu por 51% das unidades lançadas e por 48% das comercializadas em 221 cidades nos últimos 12 meses. Metodologia e período exato não foram informados.
Debatedores na Convenção Secovi‑SP apontaram que o teto de enquadramento da Faixa 2 ficou defasado frente à inflação e à valorização de terrenos, pressionando a viabilidade de novos empreendimentos; subsídios e financiamentos pela incorporadora são citados como complementos.
No início de 2026 o programa Minha Casa, Minha Vida teve ajustes nas faixas de renda e nos tetos de imóvel; em junho o Governo divulgou a seleção de aproximadamente 85 mil moradias nas modalidades Rural (≈50 mil) e Entidades (35.025). Desde janeiro de 2023 o programa acumula 2,4 milhões de moradias contratadas e mais de 1,9 milhão entregues.
O MCMV concentra ‘mais da metade’ dos lançamentos residenciais no país e representa ‘dois terços’ das operações em São Paulo; juros subsidiados, aumento do teto e subsídios locais ajudam a explicar o avanço, enquanto incorporadoras anunciam projetos econômicos.
O uso do pró-soluto por incorporadoras do Minha Casa, Minha Vida cresceu, elevando a exposição de crédito pós-chaves e pressionando provisões e seleção de compradores.
No 2º trimestre de 2026, o programa Minha Casa, Minha Vida concentrou a maior parcela dos lançamentos e das vendas de unidades residenciais no Brasil, segundo levantamento citado pela matéria.
Imóveis do MCMV podem ser negociados, mas as condições variam: na Linha Subsidiada há inalienabilidade por 60 meses e quitação antecipada exige devolução proporcional da subvenção; na Linha Financiada a venda é permitida mediante quitação ou transferência, com possível reembolso proporcional do desconto do FGTS.
