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Levantamento da Loft identifica 121 logradouros com transações de até R$ 350 mil no Rio no 1º semestre de 2026

Resumo direto: Um levantamento da Loft, com base em registros de ITBI da Prefeitura do Rio entre janeiro e junho de 2026, identificou 121 logradouros com pelo menos dez transferências de imóveis de até R$ 350 mil, que somaram 2.799 negócios no semestre.

O que mostram os números

Os dados referem-se a registros de transferências de imóveis (ITBI) do município do Rio de Janeiro, entre janeiro e junho de 2026. No conjunto analisado, a faixa de até R$ 350 mil concentrou 2.799 transações distribuídas em 121 logradouros que registraram, cada um, pelo menos dez operações no período.

Onde se concentram as transações até R$ 350 mil

O levantamento indica maior presença de logradouros nessa faixa na Zona Oeste e em parte da Zona Norte. Exemplos de ruas e trechos com volume relevante e suas métricas registradas na tabela analisada:

  • Estrada dos Bandeirantes (Jacarepaguá): 123 negócios no 1º semestre; tíquete médio de R$ 246,6 mil; área média de 54 m².
  • Rua Francisco Eugênio (São Cristóvão): 109 transações; tíquete médio de R$ 336,8 mil; área média de 40 m².
  • Estrada Marechal Miguel Salazar Mendes de Moraes (Taquara): 67 negócios; valor médio de R$ 270 mil; área média de 44 m².
  • Estrada de Santa Eugênia (Santa Cruz): 66 transações; tíquete médio de R$ 159,8 mil; área média de 40 m².
  • Estrada do Campinho (Campo Grande): tíquete médio de R$ 113,3 mil (número de negócios não detalhado no texto principal).
  • Rua Mirataia (Pechincha): 46 transações; área média de 56 m²; tíquete médio de R$ 220,6 mil.
  • Rua Licínio Cardoso (São Francisco Xavier): 38 negócios; valor médio de R$ 312,6 mil; área média de 44 m².

Por bairros: Campo Grande concentrou 13 logradouros que cumpriram o critério do levantamento, reunindo 277 transações; Taquara aparece com nove ruas e 266 negócios dentro da faixa de até R$ 350 mil. O material aponta ainda Santa Cruz, Guaratiba e Praça Seca entre os bairros com maior número de endereços nessa faixa, sem detalhar o total por logradouro nesses casos.

Comparação com a faixa entre R$ 351 mil e R$ 800 mil

Ao elevar o limite para até R$ 800 mil, a Loft identificou 158 logradouros com pelo menos dez transações no semestre. Nesse recorte, a presença de ruas da Zona Sul é maior:

  • Copacabana passou a concentrar o maior número de endereços (21 ruas) nessa faixa; a Rua Barata Ribeiro liderou em número de negócios com 123 transações e tíquete médio de R$ 643,9 mil.
  • Outras ruas citadas na faixa R$ 351–800 mil: Rua das Laranjeiras (90 negócios; R$ 668,5 mil), Rua Teodoro da Silva (72 transações; R$ 392,9 mil), Rua Riachuelo (61 negócios; R$ 365,1 mil) e Rua Conde de Bonfim (53 transações; R$ 445,7 mil).
  • Algumas vias registraram tíquetes médios próximos ao teto do recorte, como Rua Santa Clara (R$ 795,8 mil; área média 83 m²) e Rua Senador Vergueiro (R$ 794,7 mil; área média 91 m²).

O que isso indica para quem busca um imóvel até R$ 350 mil

Os números mostram que, no primeiro semestre de 2026, havia concentração de transações até R$ 350 mil em logradouros específicos, com destaque para trechos da Zona Oeste. O Índice de Confiança do Mercado Imobiliário da Loft, referente ao segundo trimestre, também registrou que 54% dos entrevistados interessados em comprar nos meses seguintes tinham até R$ 350 mil como referência orçamentária — um dado que contextualiza a relevância dessa faixa de preço para potenciais compradores.

Esses registros podem ajudar compradores a identificar áreas com maior circulação de imóveis dentro do orçamento citado, bem como comparar tíquetes médios e áreas médias entre logradouros.

Limitações e cuidados na interpretação

  • Os números vêm de registros de transferências de imóveis (ITBI); o material não detalha se todas as entradas equivalem a vendas definitivamente concluídas em termos contratuais ou registratórias além do ITBI.
  • A tabela original incluída no levantamento apresenta formatação com campos concatenados em algumas entradas e repetições aparentes para certos logradouros na faixa R$ 351–800 mil, o que pode dificultar leituras diretas em todos os casos.
  • Algumas ocorrências citadas no texto (por exemplo, Santa Cruz, Guaratiba e Praça Seca) não vêm acompanhadas de contagem explícita de logradouros ou transações no corpo principal, por isso números adicionais devem ser consultados na base completa da Loft quando necessário.

Fonte dos dados: levantamento da Loft com base em registros de ITBI do município do Rio de Janeiro, período janeiro–junho de 2026.


Fonte consultada: Diário do Rio — Mercado Imobiliário — acessar publicação original.

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